Ladrões depenam casa no bairo Santa Tereza em Caxambu

  



PM age rápido, flagra e prende bandido contumaz com materiais furtados


Uma residência no bairro de Santa Tereza foi alvo de furto nesta quarta-feira, dia 03, em Caxambu.


A filha da proprietária da casa, uma senhora de 85 anos, que encontrava-se ausente do município por motivo de tratamento médico no Rio de Janeiro, foi avisada pelo marido que ao passar pela moradia, por volta das 18:00 h, avistou luzes acesas, o que causou estranheza. A PM de Caxambu foi acionada, comparecendo ao local minutos depois. Chegando ao imóvel a equipe policial encontrou a casa toda revirada, identificando o arrombamento de uma janela dos fundos e a subtração de diversos objetos, incluindo todas as torneiras da casa e diversos fios. Segundo a solicitante, no primeiro momento, pode identificar a subtração dos seguintes objetos: uma TV, 2 botijões de gás, joias, perfumes, roupas, uma cama, eletrodomésticos, panelas e utensílios de cozinha, um armário e alimentos.

Diante do exposto foi realizado rastreamento a fim de verificar possíveis suspeitos de autoria, ocasião em que receberam informações de que a casa ao lado, na rua Florentino Anibal, também estava desabitada, mas que haviam indivíduos frequentando esse imóvel. Ao se deslocarem para a citada residência se depararam com um meliante contumaz tentando fugir por um muro lateral da casa, momento em foi abordado e submetido a busca pessoal, não sendo localizado nenhum ilícito com o mesmo, porém, ao vistoriar o local, adentraram a casa , logrando êxito em localizar, um pingente com o nome da mãe da solicitante gravado, uma pochete com moedas antigas e 2 cobertores, os quais foram reconhecidos imediatamente pela solicitante como sendo de propriedade de sua mãe. Desta feita, o autor recebeu voz de prisão. Foi encaminhado ao hospital , onde a médica atestou sua integridade física e posteriormente apresentado a DEPOL de São Lourenço, juntamente com os materiais recuperados.

Na delegacia o meliante e a vitima foram ouvidos pelo delegado de plantão. Ficando o autor detido.

Parabenizamos a equipe policial da PM de Caxambu pela rápida e eficiente ação, bem como, aos policiais, e delegados das polícias civil de São Lourenço e Caxambu.

Um trabalho exemplar em defesa dos cidadãos do município. Agora é com o poder judiciário.









 

 

1º caso de varíola dos macacos é confirmado em Poços de Caldas

 



Este é o 1º caso de Monkeypox confirmado no Sul de Minas. A prefeitura informou que outros dois casos estão em investigação.


A Fundação Ezequiel Dias (Funed) confirmou nesta segunda-feira, (1º), o primeiro caso de Varíola dos Macacos em Poços de Caldas.

Na última semana, um paciente com histórico de viagem, apresentou sintomas característicos da Monkeypox, popularmente conhecida por Varíola de Macacos, o exame foi coletado pela equipe da secretaria de Saúde e enviado a Fundação Ezequiel Dias – FUNED.

Este é o 1º caso de Monkeypox confirmado no Sul de Minas.

O paciente segue em bom estado geral, está recebendo assistência médica e permanece em isolamento domiciliar, com medicação sintomática.

A Vigilância Epidemiológica segue acompanhando o caso de acordo com os protocolos vigentes pelo Ministério da Saúde.

Outros dois casos estão em investigação, os exames também já foram coletados, enviados a FUNED e aguarda o resultado. Um paciente tem histórico de viagem e outro segue sendo investigado, para saber qual foi a forma de contágio.

Além destes, há casos sendo investigados em em Guaxupé (1), Itajubá (1), Pouso Alegre (3) e São Sebastião do Paraíso (1).

A SES-MG havia divulgado uma suspeita em Lavras durante a semana passada, mas o caso foi retirado do relatório desta sexta-feira (29). Um caso suspeito de Três Corações e dois de Varginha foram descartados pela secretaria. Fonte: Onda Poços

Vítima de cárcere privado há 17 anos relata ameaça do marido

  


'Se você for embora só sai daqui morta'. “A situação era estarrecedora”, disse o policial que prestou socorro.


A mulher que foi mantida em cárcere privado por 17 anos em Guaratiba com os filhos contou em depoimento à Polícia Civil que tentou se separar do marido várias vezes. No entanto, relatou que ouviu ameaças do marido, Luiz Antonio Santos Silva, preso pelo crime na quinta-feira (28):

"Você tem que ficar comigo até o fim, se você for embora só sai daqui morta"

Ela relatou ainda que os filhos, de 19 e 22 anos, eram acorrentados e amarrados e nunca frequentaram a escola, proibidos pelo marido, com quem estava há 23 anos.

Segundo o depoimento, tanto ela quanto os filhos eram agredidos física e psicologicamente.

Luiz foi levado para a cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte. A 43ª DP (Guaratiba) já realizou a perícia no local e deve encerrar o inquérito em até 10 dias.

A vítima contou que, desde que começou o relacionamento, foi impedida de trabalhar e estudar pelo marido.



Moradores sabiam do caso

Alguns moradores do bairro da Foice, em Guaratiba, sabiam dos horrores que aconteciam na casa de Luiz Antonio Santos Silva, conhecido com DJ.

Ele vai responder por sequestro ou cárcere privado; vias de fato; maus-tratos e crime de tortura.

Ao saberem da prisão, vizinhos relataram que tentaram pedir ajuda ao poder público, mas, sem retorno, passaram a alimentar a mãe e seus dois filhos escondidos.

“As crianças ficavam presas, amarradas. Na quarta-feira, eu trouxe pão, mas a mulher contou que o Luiz viu e jogou fora, contou que ele queria bater nela, que achou ruim, e que eles não comeram nada”, contou Sebastião Gomes da Silva.

Ele contou ainda que, na quinta-feira (28), dia da libertação da família, conseguiu dar uma fruta para a menina.

“A menina pegou hoje aqui, a bichinha pegou a banana e comeu com casca e tudo. Ela estava com muita fome”, contou.



Mulher não conseguia falar

Já Marizete Dias, outra moradora da região, ficou impressionada com a situação de desnutrição da família e contou que no momento da libertação da família pela polícia, a mulher não conseguia sequer falar.

“Vimos o estado que as duas crianças saíram daqui e mais uma semana, acho que não iria mais sobreviver, e eu falei com ela na ambulância. E ela está sem conseguir falar, se expressar, até porque de fraqueza”, disse acrescentando ainda que as crianças, na verdade dois jovens de 19 e 22 anos, mas que aparentam crianças de 10 anos, não conseguiam ficar de pé.

“Quem ajudava muito era o seu Tião que tinha mais acesso. Ele ajudava e a gente ficava sabendo. Tentaram chamar o Conselho Tutelar, mas ninguém tinha acesso para entrar. Até que conseguiram chamar a polícia e conseguiram resolver”, disse Marizete.

Após serem libertados, na manhã da quinta-feira (28), as vítimas foram levadas para o Hospital Rocha Faria primeiro para se restabelecerem.

“A situação era estarrecedora”, disse o policial que prestou socorro.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que a mulher e os filhos que estavam em cárcere privado apresentavam quadro de desidratação e desnutrição grave e estão recebendo todos os cuidados clínicos necessários, além do acompanhamento dos serviços social e de saúde mental.

Já o motorista Álvaro dos Santos conta que não sabia muito bem o que acontecia na casa.

“A gente passava muitas vezes aqui e o som alto. Ele tinha uma aparelhagem de som muito grande aí dentro. Parece que para abafar a situação que estava acontecendo aí. Eu sabia que tinha duas crianças aí, mas eu nunca vi. Fui ver hoje que o Samu”, conta ele.

“Ele é um cara forte, fala grosso. Simplesmente ficava aí dentro, ligava o som alto para abafar a situação. Foi denunciado várias vezes. Hoje chegou ao final”, disse Álvaro.



Caso já tinha sido denunciado

Moradores contaram ainda que denúncias foram feitas ao posto de saúde do bairro e ao conselho tutelar, mas que de nada adiantou.

A direção da Clínica da Família Alkindar Soares Pereira Filho informou que notificou a suspeita de maus-tratos em 2020 ao Conselho Tutelar da região.

O Conselho Tutelar de Guaratiba disse que acompanha o caso há dois anos, que chamou o Ministério Público e polícia, mas nada foi feito até então. O Ministério Público não retornou.



O caso

Policiais militares do 27º BPM libertaram, na manhã desta quinta-feira (28), uma mulher e dois filhos que eram mantidos em cárcere privado em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, havia 17 anos, segundo a PM. O pai das crianças e marido da mulher foi preso pelo crime.

As vítimas estavam em uma casa na Rua Leonel Rocha e os policiais chegaram ao local após uma denúncia anônima.

Os jovens, de 19 e 22 anos, filhos da mulher e do suspeito de mantê-los em cárcere, estavam amarrados, sujos e subnutridos.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado. A 43ª DP investiga o caso.





Fonte: G1

Ministério da Saúde confirma primeira morte por varíola dos macacos no Brasil

 



Óbito foi registrado em Minas Gerais, na cidade de Uberlândia; paciente era um homem com baixa imunidade.

O Ministério da Saúde confirmou, nesta sexta-feira (29), a primeira morte por varíola dos macacos (monkeypox) no Brasil. O óbito foi registrado em Uberlândia (MG) na quinta; o paciente era um homem com baixa imunidade.

Nesta semana, a cidade de São Paulo confirmou os primeiros casos da doença em crianças.

A varíola dos macacos é transmitida de uma pessoa para outra por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, como roupas de cama. (Veja mais detalhes sobre a transmissão).

A doença geralmente se resolve sozinha (é autolimitada) e os sintomas costumam durar de 2 a 4 semanas. Casos graves podem ocorrer, mas a varíola dos macacos é bem menos letal que a varíola humana, erradicada em 1980.

Nos últimos tempos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a taxa de letalidade da varíola dos macacos foi de cerca de 3% a 6%; para a varíola humana maior, esse percentual chegava a 30%.

A doença ainda não tem uma vacina específica, mas três vacinas já existentes contra a varíola humana podem ser usadas para proteger contra a varíola dos macacos. Alguns países já estão aplicando uma delas, mas ainda não há previsão de chegada no Brasil.



Casos no Brasil

Até esta quarta-feira (27), o Brasil tinha 978 casos confirmados de varíola dos macacos, em 15 estados e no Distrito Federal: São Paulo (744)
Rio de Janeiro (117)
Minas Gerais (44)
Paraná (19)
Distrito Federal (15)
Goiás (13)
Bahia (5)
Ceará (4)
Santa Catarina (4)
Rio Grande do Sul (3)
Pernambuco (3)
Rio Grande do Norte (2)
Espírito Santo (2)
Tocantins (1)
Mato Grosso do Sul (1)
Acre (1)

Os números podem variar em relação aos das Secretarias Estaduais de Saúde por causa do tempo de notificação ao ministério.



Emergência de saúde global

No sábado (23), a varíola dos macacos foi declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma "emergência de saúde global".

A decisão pode levar a um maior investimento no tratamento da doença e avançar na luta por vacinas, que estão em falta. Na prática, o estado de emergência obriga agências sanitárias pelo mundo a aumentar medidas preventivas.

Atualmente, só há outras duas emergências de saúde deste tipo: a pandemia do coronavírus e o esforço contínuo para erradicar a poliomielite.

Mais de 18 mil casos e 5 mortes pela doença já foram relatados à organização, em 78 países. Mais de de 70% das infecções vêm da Europa e 25%, das Américas.

Fonte: G1

Boi mata peão de 29 anos durante rodeio no Sul de Minas

 



Ele fazia a terceira montaria da festa quando o boi o jogou no chão e pisou sobre seu tórax.

Neste mês de julho foram noticiados dois incidentes envolvendo bois.

O primeiro aconteceu em Monte Sião, no Sul de Minas, durante a realização da 35ª Festa do Peão. Na noite do dia 21, um touro fugiu do brete, pulou o alambrado da arena e invadiu a praça de alimentação atropelando nove pessoas, todas foram socorridas e levadas para a Santa Casa da cidade.

No dia 24, três dias depois da ocorrência em Monte Sião, durante a realização da 36º Desfile de Carros de Bois na cidade de Campestre, também no Sul de Minas, um boi escapou da canga e saiu correndo no meio da multidão. Duas pessoas foram feridas, uma delas teve de ser transferida para o Hospital Alzira Velano, em Alfenas, devido aos ferimentos sofridos.

Nesta quinta-feira, dia 28, quatro dias depois do acidente em Campestre e uma semana depois da ocorrência em Monte Sião, mais um acidente envolvendo bois foi confirmado no Sul de Minas, desta vez a ocorrência foi em Passa Quatro, no Circuito das Águas, no Sul de Minas, e resultou em morte de um rapaz de 29 anos.

Flávio Pellegrini de Almeida, morador de Cristina, cidade próxima a Passa Quatro, era peão de rodeio há dez anos e ontem de madrugada, na terceira montaria do rodeio da Festa de Peão de Passa Quatro, realizada pelo Sindicato Rural daquela cidade, aconteceu a tragédia: em determinado momento ele caiu de cima do boi que montava e o animal pisou no seu tórax.

Ele foi socorrido e levado para o hospital da cidade, porém, não resistiu e foi a óbito. O corpo do peão foi sepultado hoje, sexta-feira, dia 29, em Virgínia, sua terra natal.

Fonte: Jornal de Lavras

Assalto em Itajubá: Pela primeira vez, há confirmação de que roubo foi concluído

 



Segundo o MPF, foram levadas joias, além de dinheiro da agência da Caixa.

Ao apresentar a denúncia por roubo majorado, incêndio e dano qualificado a um homem que atuava como batedor no dia do assalto a uma agência bancária em Itajubá, no Sul de Minas, no mês passado, o Ministério Público Federal (MPF) acabou confirmando que objetos foram levados. De acordo com o órgão, os criminosos conseguiram acesso aos cofres do banco, de onde subtraíram dinheiro e joias.

Essa é a primeira vez que um órgão ligado às investigações e das forças de segurança confirma a conclusão do roubo. À época do crime e, até o então, o discurso das polícias envolvidas é de que não era possível informar se algo foi levado. Uma das poucas informações que se tinha sobre o local é que o setor de penhor foi um dos mais atacados.

Quando procurada para comentar sobre as possíveis perdas, a Caixa Econômica Federal disse que "informações sobre eventos criminosos em suas unidades são repassadas exclusivamente às autoridades policiais e permanece cooperando com as investigações dos órgãos competentes".

Ainda segundo o MPF, durante o roubo, os criminosos efetuaram inúmeros disparos de armas de fogo para o alto e também contra imóveis vizinhos, com o intuito de aterrorizar e intimidar eventuais testemunhas.

Na agência, foram encontrados cartuchos e cápsulas de armas de fogo, entre elas, fuzis de uso restrito e até o projétil de uma arma que só é utilizada em guerras. "Além disso, a quantidade de material explosivo instalado pelos criminosos na agência era tão grande e perigosa, que o Esquadrão Antibombas demorou mais de 17 horas para localizar, manipular e neutralizar tais artefatos", diz trecho da denúncia.

As investigações apontaram que a "minuciosa preparação para o roubo ficou evidenciada não só no material que levaram para a ação, como nos próprios veículos utilizados pelos criminosos: a maioria era de carros blindados e alguns foram modificados na estrutura e/ou nos vidros: além da retirada dos bancos, o que permitiu maior mobilidade interna e capacidade de transporte de armas, combustíveis e materiais, foram feitos orifícios nos vidros das janelas, por onde os criminosos atiravam sem a necessidade de abrir as portas ou descer dos veículos".

Fonte: O TEMPO

Além da Argentina, real ganha poder de compra em outros países da América Latina

 



Combinação de fatores econômicos externos e crises políticas domésticas têm pressionado a cotação de outras moedas latino-americanas ante não apenas o dólar, mas o real

A desvalorização do peso argentino transformou o país vizinho em destino vantajoso para turistas brasileiros. Mas o ganho de poder de compra do real não é um caso isolado, já que a combinação de fatores econômicos externos e crises políticas domésticas têm pressionado a cotação de outras moedas latino-americanas ante não apenas o dólar, mas o real - o que ajuda a vida de quem está planejando viajar para determinados destinos da América Latina.

Segundo dados do site Decolar, cidades como Buenos Aires e Bariloche (Argentina), Santiago (Chile), Montevidéu (Uruguai) e Lima (Peru) estão, desde o início do ano, entre os destinos internacionais mais buscados por turistas do Brasil. A escolha coincide com a lista de países cujas moedas se desvalorizaram mais perante o dólar do que o real.

Segundo especialistas ouvidos pelo Estadão, no último ano o real teve melhor desempenho ante o dólar do que os pesos mexicano, chileno e colombiano, por exemplo. Para o economista da XP Francisco Nobre, a alta nos preços das commodities também pressiona as moedas sul-americanas, por causa da dependência dos países aos produtos que são negociados em dólar.

No entanto, se o câmbio das moedas latino-americanas varia bastante, como fazer as contas para saber se vale a pena ir para determinado país? Segundo o educador financeiro do banco C6, Liao Yu Chieh, a resposta é: precisa pesquisar os preços de restaurantes, atrações turísticas e itens de alimentação nos supermercados.

Tudo isso ajuda a entender não só a conversão, mas quanto o real compra em cada destino. "O melhor jeito de aproveitar o momento de desvalorização das moedas é estudando o custo de vida do país e montar um roteiro", diz Chieh.

 ÍNDICE BIG MAC


Um indexador econômico que pode facilitar a tarefa é o "índice Big Mac", criado pela revista americana The Economist em 1986. O guia analisa o preço do sanduíche da rede de fast-food em diferentes países em relação ao dólar americano. "Esse índice tem limitações, mas é um jeito fácil de comparar o custo de vida em diferentes países", diz Nobre.
Segundo o levantamento, em dezembro de 2021, o preço médio de um Big Mac no Brasil era de R$ 22,90. Na cotação da época, o valor do lanche nos EUA seria de R$ 30,85 para um brasileiro, com uma redução no poder de compra de 25,77%. Pela variação atual do câmbio, essa defasagem sobe para 27,95%, com o sanduíche a R$ 31,78.

O Estadão levou o índice Big Mac em conta para analisar o poder de compra do real em 11 países (os EUA e dez latino-americanos). De acordo com o índice, o real tem poder de compra superior ao praticado em nove desses destinos.

Na cotação atual, o desempenho mais forte do dinheiro brasileiro se dá perante o peso colombiano - 1 peso colombiano equivale a R$ 0,0012. No caso da Argentina, principal destino internacional dos brasileiros, o peso se desvalorizou 22% ante o real e 23% perante o dólar americano em um ano.

Dos países da América Latina analisados pela The Economist, o real só tem poder de compra inferior ao do peso do Uruguai. Atualmente, o sanduíche tradicional do McDonald’s sairia a R$ 30,82 no país, ou 25,7% a mais do que por aqui.

PLANEJAMENTO

Se a diferença cambial traz ganhos ao poder aquisitivo do real, a falta de planejamento na hora da conversão pode minar essa diferença e até deixar o brasileiro no prejuízo. O especialista do C6 lembra que em viagens internacionais é importante estar atento às taxas de conversão de moeda e de uso do cartão de crédito. "No Brasil, o custo para moedas estrangeiras é alto. Então, o viajante precisa estar
atento à sua necessidade", afirma.

Outra dica do educador financeiro é a aquisição de dólares, em vez de pesos (de qualquer país). "Chegando ao destino você converte para o dinheiro local, mas vários países aceitam pagamentos feitos com moeda americana", afirma.


PREPARE-SE


Atenção à conversão

O câmbio das moedas latino-americanas varia muito, e é necessário fazer bem as contas para saber qual é o país mais vantajoso em poder de compra.

 Dólares


Uma dica é o turista se preparar comprando dólares aos poucos, em vez de pesos (de qualquer país). De acordo com o especialista Liao Yu Chieh, do banco C6, além da conversão vantajosa, parte dos estabelecimentos costuma aceitar a moeda dos EUA.

Moeda fraca na mão

Como as moedas de vários países da América Latina estão se desvalorizando, a compra da moeda local apenas no destino evita que o consumidor tenha prejuízo ao ficar com ‘sobras’ de
moeda fraca nas mãos; já o dólar sempre pode ser usado em uma próxima viagem.

 Susto


Segundo especialistas, uma armadilha pode ser a falta de atenção às taxas de conversão de moeda estrangeira. É preciso atenção ao utilizar o cartão de crédito, que automaticamente embute uma taxa de 6%, além do IOF.

 Além do Big Mac


Outra dica importante é entender não só a taxa de conversão da moeda, mas quanto o real vale na prática no destino escolhido. Especialistas em finanças pessoais sugerem que o turista pesquise temas como preços de restaurantes, de atrações turísticas e da comida nos supermercados.

Fonte: O TEMPO 

Homem que matou ex-namorada no Sul de Minas segue foragido

 



Jéssica foi morta a facadas pelo ex, que ainda esfaqueou o irmão, que era atual namorado da jovem.

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) continua procurando o assassino de uma jovem de 20 anos, que morreu após ser esfaqueada em Ouro Fino. O crime aconteceu na noite da última sexta-feira (22/07), por volta das 19h.

De acordo com a Polícia Militar, o crime teria acontecido em frente uma mercearia que fica no bairro Jardim Vila Prateada. Ao chegar no local, a PM já encontrou Jéssica Simões da Silva sem vida.

O atual namorado dela, de 28 anos, que seria irmão do ex-companheiro, também foi esfaqueado, mas conseguiu fugir; ele foi encontrado algumas ruas acima do local do crime pela PM. Ele foi socorrido pelo Samu até o hospital com uma perfuração superficial no tronco e uma lesão na barriga.

Testemunhas contaram que o autor, de 22 anos, não aceitava o fim do relacionamento e nem o envolvimento da jovem com seu irmão. Após os golpes de faca, ele fugiu sentido uma mata da cidade.

O corpo da jovem foi encaminhado para o IML de Itajubá e depois retornou para Ouro Fino, onde foi velado e sepultado ainda no sábado, no Cemitério Municipal, às 17h. Jéssica Simões deixa três filhos: Emilly, Emanuel e Eloá.

A perícia técnica compareceu no local e realizou os trabalhos de praxe, mas até o momento ninguém foi preso. Quem tiver informações sobre o crime pode ligar para o 190 (emergência policial) ou 181 (Disque-denúncia). A ligação pode ser anônima, sem identificação.

Fonte: Terra do Mandu

Cidade sul-mineira começa racionamento de água para enfrentar a estiagem

 



O Departamento de Água e Esgoto explicou que o racionamento será realizado por tempo indeterminado.

A seca está castigando cidades do Sul de Minas neste período de inverno. Com isso, alguns municípios já começam a tomar medidas para evitar a falta de água. É o caso de Ouro Fino, que iniciou neste fim de semana um racionamento em toda a cidade, uma vez que os reservatórios estão no limite.

O comunicado foi feito pelo Departamento Municipal Autônomo de Água e Esgoto (DMAAE) no sábado (23/7), por meio das redes sociais. De acordo com o departamento, o racionamento será por tempo indeterminado e nos sete dias da semana, das 8h às 16h.

A nota ainda informou que a ação foi tomada devido à falta de chuva e ao alto consumo que vem ocorrendo na cidade. “Pedimos a compreensão e colaboração de todos para que evitem lavar calçadas e veículos, use somente o necessário”, enfatizou o texto.

Vale destacar que o aviso já havia sido publicado na última semana, quando o DMAAE informou que poderia haver o racionamento, uma vez que os reservatórios da cidade estavam no limite.



“Pedimos encarecidamente à população que não desperdice água e use com moderação e consciência. Com a escassez de chuvas, os reservatórios não conseguiram manter a capacidade e a vazão total, o que pode tornar necessária uma medida de racionamento, até que se recupere o nível dos reservatórios”, comentou o diretor do DMAAE, Edson Batista Gomes.

Além disso, o Departamento de Água está trabalhando na construção de uma nova barragem de concreto armado no Bairro do Gargatá, o que aumentará a capacidade de armazenamento de água bruta.

“Importante informar que a última captação construída em Ouro Fino foi no ano de 1986, portanto nossa gestão está construindo agora o que deveria ter sido feito em várias gestões passadas”, explicou o diretor.



Chuvas nesta semana

A chuva deve retornar nesta semana ao Sul de Minas. Uma frente fria que chega ao Sul do país deve trazer chuvas para a região apenas na sexta-feira (29/7), segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE).

Os próximos dias seguem com temperaturas acima da média para o inverno e tempo seco. Isso acontece por conta do bloqueio atmosférico que atua sobre a região Sudeste do país, desde o início de julho. Por isso, a probabilidade de chuva é de apenas 5% para o Sul de Minas até a próxima quinta-feira (28/7).

A probabilidade de chover na região na próxima sexta-feira (30/7) é de 90%, apontou o Inpe. Mas a chuva não reduz as temperaturas. Assim, a mínima deverá ser de 11ºC e a máxima de 29ºC em cidades da região.

Fonte: Estado de Minas

Inflação faz brasileiros aumentarem consumo de marcas próprias de supermercados

 



Segundo especialistas, produtos de marca própria dos supermercados são, em média, 20% a 30% mais baratos do que das marcas líderes no segmento.

Em momentos de crise econômica, maior inflação e desemprego, o aperto no bolso do brasileiro faz com que muitos busquem alternativas às tradicionais marcas no mercado.

As chamadas marcas próprias – movimento de colocar o rótulo do supermercado em produtos dos mais variados tipos – estão ganhando força no país. Nos primeiros quatro meses de 2022, as pessoas gastaram 7,68% a mais com marcas próprias quando comparado ao mesmo período de 2021.

Esses produtos estão em expansão no país, e nunca foram tão importantes para os supermercados e farmácias. Segundo dados da NielsenIQ, produtos de marca própria já estão presentes em 34% dos lares dos brasileiros. Ainda, a cada compra feita no supermercado, quase sete itens do carrinho são marcas próprias.



Para além do consumidor

Não é apenas o consumidor que é beneficiado com a venda de marcas próprias: a margem de lucro desses produtos para o próprio supermercado e farmácia é maior.

“A marca própria é um componente que ajuda muito no crescimento no médio e longo prazo do varejista. Ela ajuda na rentabilidade da marca, e permite oferecer uma oferta de preço competitivo, fazendo com que o consumidor sempre volte”, explica Roberto Butragueño, diretor de varejo da NielsenIQ.

Segundo Eduardo Finelli, diretor de marcas exclusivas do GPA, controladora do Pão de Açúcar, “os produtos de marcas próprias são um pilar estratégico para o supermercado”.

No caso da controladora, o faturamento com marcas próprias corresponde a 21,5% das vendas totais no 1º trimestre de 2022. Ou seja: mais de um quinto de tudo que passou pelos caixas era da marca da empresa. No mesmo período de 2020, a participação desses produtos era de 18,7%.

No caso do Grupo Carrefour, no 1º trimestre de 2022, esse valor é de 19,7%.

No caso do fornecedor, pelo tamanho e representatividade das varejistas, elas garantem um negócio muito representativo. “Para um fabricante pequeno ou mediano no Brasil é muito difícil ganhar a escala se não desta forma. A parceria garante um crescimento sustentável”, complementa Butragueño.



Desafios

Segundo Butragueño, 5% do que é vendido no varejo alimentar do Brasil é de marca própria. Nos Estados Unidos, esse valor sobe para 20%; na Europa, cerca de 30%.

Para o especialista, existe uma limitação comportamental na hora de massificar esses produtos no Brasil. “O brasileiro é considerado um consumidor “marquista”: não costuma trocar sua marca preferida por uma marca de supermercado”, explica.

“No momento inflacionário, com crise econômica, o consumidor é muito resistente para trocar as marcas. Ele está trocando, mas prefere trocar tamanhos, embalagens, buscar promoções… tudo para não trocar a marca.”

Outro desafio são as questões logísticas do Brasil – um país de dimensões continentais. Butragueño explica que é difícil para o varejista encontrar fabricantes que consigam produzir a marca própria e entregá-la para todas as regiões do país com um preço consistente. “A marca própria precisa ser barata. Com um preço competitivo”, reitera.

Por fim, as marcas próprias são inerentes a um modelo muito comum na Europa, Estados Unidos e até alguns lugares da América Latina: os chamados hard discounts (descontos fortes, do inglês). São lojas menores, mais simples, em que os produtos são vendidos a preços que são, em princípio, inferiores.

Esses estabelecimentos contam com compras em massa e distribuição eficiente para manter os custos mais baixos, e 80% dos itens são exclusivamente de marca própria.

No país, os hard discounts foram substituídos por atacarejos, que não possuem marcas próprias, e sim marcas líderes com um preço mais acessível. Segundo dados da Nielsen, 2 a cada 3 brasileiros compram nessas lojas.

Ainda sim, o especialista vê o cenário atual como uma oportunidade para as marcas próprias. Apesar de os consumidores terem começado a experimentar as marcas por necessidade, “se as varejistas conseguirem aproveitar o momento para oferecer um produto de qualidade, com um bom preço, de maneira consistente, o consumidor não volta atrás”, finaliza. Fonte: CNN