Mulher luta com ladrão no Sul de Minas e o impede de levar sua motocicleta

 



A ação do bandido e o desespero da mulher para impedir que sua moto fosse roubada foi registrada por câmeras de segurança.

Uma mulher lutou com um ladrão e impediu que ele levasse sua motocicleta na manhã desta quarta-feira (13) em Passos, no Sul de Minas Gerais.

De acordo com a Polícia Militar, o caso ocorreu por volta das 7h15. A ação do bandido e o desespero da mulher para impedir que sua moto fosse roubada foi registrada por câmeras de segurança de uma residência próxima.

Nas imagens, o bandido chega encapuzado, quando a mulher se preparava para deixar o local em sua moto. Ele vai até ela e tenta tomar as chaves do veículo de suas mãos. Desde o primeiro momento, a mulher oferece bastante resistência.

Para conseguir tomar a chave, o bandido precisa arremessá-la ao chão com violência. Ele, então, segue para a moto, mas ela vai atrás. Quando ele se senta na moto para dar a partida, a mulher o agarra e consegue retirar seu capuz, expondo seu rosto. O bandido empurra a vítima, que cai no chão.

Nesse momento, parece que o bandido vai conseguir sair com o veículo, concretizando o roubo, mas a mulher se levanta e volta até a moto. Ela se senta na garupa e passa a dar socos nas costas do ladrão, que, atrapalhado por ela, não consegue dar partida.

Na tentativa de se livrar da vítima, ele a empurra e acaba derrubando a moto no chão. Com a mulher caída, ele tenta levantar a motocicleta para sair, mas ela se levanta mais uma vez e segue de novo em direção ao veículo. É quando uma vizinha sai no portão e o bandido deixa a cena do crime em fuga.

De acordo com a Polícia Militar, após acionamento das forças de segurança, um suspeito foi preso, mas ainda não há confirmação sobre sua ligação com a tentativa de roubo. A Polícia Civil já instaurou inquérito para apurar o caso.

Fonte: Rede Moinho 24

Mãe de mineira presa na Tailândia morre e ainda há dificuldade de contato

 




Detida na Tailândia desde 14 de fevereiro, jovem de Pouso Alegre ainda não sabe sobre a morte da mãe, que aconteceu nesta quarta-feira.

Nesta quarta-feira (13/04), a mãe de Mary Hellen, Thelma Coelho Silva, morreu após lutar contra um câncer; ela tinha menos de 50 anos.

Mary Hellen Coelho Silva, natural de Pouso Alegre, completa, nesta quinta-feira (14/04), dois meses de prisão na Tailândia por suspeita de tráfico internacional de drogas. E os advogados continuam relatando dificuldade em fazer contato com a jovem, de 22 anos.

Segundo a advogada Talita Franco, que faz parte da equipe que defende a jovem, Mary Hellen ainda não recebeu a notícia da morte da mãe justamente pela dificuldade de contato.

Os advogados ainda estão tentando um meio de avisá-la e já iniciaram conversas com a Samut Prakan Provincial Prison, onde a jovem está presa.

“Eles estão respondendo, mas a passos lentos. E com uma notícia tão delicada, exige até mesmo um certo preparo para que a Mary Hellen receba, entenda e não se sinta culpada pela situação. Estamos tentando uma ligação direta com a penitenciária, utilizando o inglês para as tratativas, mas ainda não obtivemos sucesso. Como disse o fuso horário atrapalha um pouco”, explicou a advogada.

O sepultamento de Thelma foi às 16h desta quarta-feira (13/04). “A Thelma lutou com todas as forças para tentar ver a filha. Estamos vendo a viabilidade e a possibilidade de que ela receba a notícia por meio da irmã, através de um telefonema ou vídeo chamada. Mas tudo isso é uma especulação, e um desejo, já solicitado para a embaixada”, completou.



Família só teve contato por carta

Sem conseguir contato direto com a família e os advogados, Mary Hellen conseguiu apenas enviar uma carta à família no início deste mês de abril. A reportagem do Terra do Mandu entrou em contado com familiares, que confirmaram que a carta foi recebida.

Na carta, escrita em inglês, Mary Hellen fala da saudade da família, que lembra de todos que estão no Brasil, que às vezes não consegue dormir. Ela ainda agradece aos amigos e familiares que tentam ajudá-la.

“Eu estou pensando muito no meu caso. Eu não conseguia dormir de noite porque me preocupo muito. Obrigada por se lembrarem de mim e agradeço aos meus amigos por tentarem me ajudar com os advogados. Eu vou cuidar de mim. Tenho aqui dois amigos para me ajudarem. Eu estou muito melhor agora, espero ver vocês o mais rápido possível”, diz um trecho.

“Manda um beijo ao meu avô e para minha avó. Lembro de todos vocês no Brasil. Mãe, eu amo você tanto e espero que você melhore logo. Um grande obrigado a todos do Brasil por me ajudarem. Estou muito feliz agora. Espero que minha família e todos os amigos me respondam. Me faz sentir muito feliz e sorrir todo dia. Vou sonhar com vocês todas as noites”, completa.

De acordo com os advogados, as cartas entre a jovem e os familiares estão sendo trocadas porque a superlotação nas prisões da Tailândia e a pandemia de COVID-19 estão dificultando a realização de chamadas de vídeo.

Não há ainda informações de quem escreveu a carta para a jovem, mas possivelmente, segundo os advogados, é algum funcionário da penitenciária que ajuda os presos.

“Até hoje a família não teve contato direto com ela. O contato é geralmente por e-mail e a resposta demora mais de 24 horas para chegar. Sempre dizem que estão fazendo o possível, mas não conseguimos avançar”, disse a advogada.
Fonte: Estado de Minas

MP combate furto e roubo de animais em Minas Gerais e em São Paulo

 


Grupo criminoso teria alugado um sítio no Sul de Minas para guardar o gado roubado, que era transportado em caminhão-baú para disfarçar o crime



O Ministério Público deflagrou, nesta quinta-feira (07/04), a Operação Carcará para combater furtos e roubos de animais. Um grupo criminoso é suspeito de agir no Sul de Mina e em São Paulo. A quadrilha teria alugado um sítio em Carmo da Cachoeira para guardar o gado, que era transportado em caminhão-baú para disfarçar o crime.

Na ação, seis mandados de prisão e oito de busca e apreensão foram cumpridos em Três Corações e Carmo da Cachoeira, no Sul de Minas, e em São Paulo.


“A operação foi denominada Carcará em referência à ave que fica espreitando suas presas. Ela partiu no momento em que aconteceu um furto de gado em Minduri, que pertence à comarca de Cruzília, no Sul de Minas. Então passamos a investigar e monitorar os dois suspeitos que foram presos, no começo do ano passado”, explica Leandro Pannain Rezende, promotor de justiça.

Depois de um ano investigando, a policia conseguiu detalhar a ação dos envolvidos. "A organização criminosa era totalmente sofisticada. Ela usava caminhão-baú na madrugada para colocar o gado furtado de fazendas às margens da rodovia Fernão Dias", diz.


Segundo o promotor, cerca de 200 cabeças de gados foram furtadas em Minas Gerais. "Eles eram extremamente articulados. Eles alugaram uma propriedade em Carmo da Cahoeira para guardar esse animais. Também alugavam carros usados para escolta e se comunicavam por rádio para saber se o caminho estava livre e não tinha polícia", ressalta.


Quadrilha com braço em São Paulo
O Ministério Público informou que o bando tinha integrantes em São Paulo. "Parte desses integrantes agiam por lá e chegaram a furtar cerca de 500 cabeças de gado, com mais de R$ 1 milhão em prejuízo", afirma.

Na ação desta quinta-feira (07/04), seis pessoas foram presas, sendo dois envolvidos em Três Corações, um em Carmo da Cahoeira e os demais em Nazaré Paulista e em Bom Jesus dos Perdões, em São Paulo. Um veículo foi apreendido e animais recuperados.


"Um dos envolvidos já está preso em Betim. Entre os detidos hoje está o integrante chefe da quadrilha. Esses envolvidos foram levados para a delegacia, já com mandado de prisão decretado", diz.

Fonte: Estado de Minas

Bebe é encontrado em casa abandonada, em Andradas

 



Criança com um mês de vida estava no banheiro do imóvel, próximo ao lixo; Guarda Municipal ouviu o choro do bebê durante patrulhamento

Um bebê de um mês foi encontrado em uma casa abandonada em Andradas, no Sul de Minas. A criança estava no banheiro, perto do lixo e entulhos. O caso aconteceu durante patrulhamento de combate a furtos da Guarda Civil Municipal, no Bairro Vila Martinelli, nessa terça-feira (05/04).


Na ação, os guardas abordaram um homem em uma casa abandonada frequentada por usuários de drogas.


Os guardas informaram que durante os trabalhos eles ouviram o choro de uma criança vindo de um dos cômodos do imóvel. Na sequência, eles encontram o bebê no banheiro da casa. Segundo a guarda, a criança estava suja de urina.

Em vídeos compartilhados nas redes sociais dá para ouvir o choro do bebê no colo de um dos guardas. “Está morrendo de fome, né?”, disse o guarda na imagem.


De acordo com a guarda, o bebê estava com muita fome e mamou 200 ml de leite. A mãe da criança ainda não foi encontrada e o Conselho Tutelar foi acionado. O bebê foi encaminhado para um abrigo da cidade.

O homem que estava no imóvel foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Andradas.



Fonte: Estado de Minas

Inmet alerta para risco de tempestade, chuva de granizo e alagamentos no Sul de MG

 


Alerta do Instituto Nacional de Meteorologia é válido para o período entre este sábado (9) e o domingo (10).



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para risco de tempestade, chuva de granizo e alagamentos na região Sul de Minas. Conforme o Inmet, a possibilidade é válida para o período entre este sábado (9) e toda manhã de domingo (10).


De acordo com o instituto, também há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações e alagamentos em cidades da região.


O alerta do Inmet é o indicado como “Laranja”, em que o grau de severidade é avaliado como de perigo.


Segundo o instituto, há possibilidade de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou 50 e 100 mm/dia, com ventos intensos, entre 60 e 100 quilômetros por hora.



Instruções do Inmet
Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda);
Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia;
Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
Fonte: G1 Sul de Minas

MP inclui crime de corrupção passiva em denúncia contra investigados de esquema de corrupção em presídio de Varginha

 



Conforme o MP, foi inserido na denúncia o crime de corrupção passiva, o que faz com que o número de crimes chegue a 18, abrangendo ainda organização criminosa, receptação e embaraço às investigações.


O Ministério Público, através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da 7ª Promotoria de Justiça de Varginha, inseriu novo fato criminoso à denúncia oferecida contra seis pessoas na "Operação Penitência", que investiga um suposto esquema de corrupção no Presídio de Varginha (MG).


Conforme o MP, foi inserido na denúncia o crime de corrupção passiva, o que faz com que o número de crimes chegue a 18, abrangendo ainda organização criminosa, receptação e embaraço às investigações.


Cinco das seis pessoas denunciadas, entre elas três servidores públicos, um advogado e um empresário, estão presas desde o dia 14 de março, dia em que a operação foi deflagrada. Um outro servidor, que ficou foragido, foi preso dias depois


Ainda conforme o MP, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve todas as prisões mesmo após julgamento de mérito de habeas corpus que foram impetrados. As investigações sobre o caso continuam.


Investigação


Detalhes da investigação do Ministério Público que resultou na prisão de três servidores do presídio de Varginha (MG), um advogado e um empresário no dia 14 de março apontam quais eram os papéis de cada um dos envolvidos no esquema de corrupção que existiria dentro da unidade prisional. Além dos cinco presos, um policial penal, que também é gerente de produção do presídio, estava foragido, mas foi preso no dia 18 de março. Um dos presos foi transferido da unidade de Varginha por questões de segurança.




Segundo o MP, as investigações que levaram à "Operação Penitência" apontaram que diretores do presídio, policiais penais, advogados e intermediários participavam da organização criminosa, que praticava corrupção passiva, receptação e embaraço às investigações. As informações obtidas pelo g1 são públicas e estão disponíveis no sistema eletrônico da Justiça.


Confira abaixo qual seria a participação de cada um dos presos na operação conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público à Justiça:

Welton Donizete Benedito, diretor-geral do presídio


Segundo a investigação, na condição de policial penal e diretor-geral do presídio de Varginha, cobrava propina diretamente e por intermédio de advogados para ingerência na transferência de presos de outras unidades prisionais para Varginha, para a manutenção do preso no presídio local, para a colocação de presos no trabalho interno ou externo, e seria o responsável por proteger os demais membros da organização criminosa, caso fosse objeto de procedimento disciplinar por eventual prática de algum outro ilícito. É apontado como comandante do esquema criminoso ao lado de Rodolfo Correâ Bandeira.


Rodolfo Corrêa Bandeira, diretor de segurança do presídio


Segundo a investigação, na condição de policial penal e diretor de segurança no Presídio de Varginha, era segundo na hierarquia local. Nessa condição, cobrava propina diretamente e por intermédio de advogados para ingerência na transferência de presos de outras unidades prisionais para Varginha, para a manutenção do detento no presídio local e para a colocação de presos no trabalho interno ou externo. Descreve a denúncia que, pelo fato de já ter ocupado o cargo de diretor-geral, possui grande influência e conhecimento quanto a administração prisional e, comandaria o esquema criminoso ao lado de Welton Donizeti Benedito.

Rodrigo Alexander de Oliveira, gerente de produção do presídio


Policial penal e gerente de produção no Presídio de Varginha, participava do esquema de cobrança de propinas para colocação dos presos no trabalho externo e interno. Aponta a denúncia que o denunciado também, em certas ocasiões, agia por sua conta, outrossim, e realizava seus próprios esquemas criminosos cobrando numerário de presos, em razão do cargo, e foi denunciado por tais eventos em outro processo, por cinco crimes de corrupção passiva e um de introdução de aparelho celular em estabelecimento prisional.
Edson Eleutério Rosário, coordenador de segurança do presídio


Policial penal e coordenador de segurança no Presídio de Varginha, integrava a organização criminosa, participando ativamente da cobrança de propinas para a manutenção de presos no estabelecimento prisional local. Apontou o Ministério Público na denúncia que pelo fato de ter cobrado propina, em razão do cargo já foi denunciado, por um outro fato citado nos autos. O MP relata ainda que Edson é pessoa de confiança dos líderes Welton Donizeti Benedito e Rodolfo Corrêa Bandeira.

Fábio Gama, advogado criminalista


Advogado militante na esfera criminal, seria o intermediador da cobrança das propinas, responsável por levar os pedidos dos diretores ao conhecimento dos presos e de suas famílias, assim como recolher o pagamento e o repassar para pessoa de confiança dos diretores.


Celso José Mira, empresário


A denúncia descreve que o empresário na comarca de Varginha/MG, seria o responsável por supostamente recolher as propinas dos familiares, de detentos e advogados e repassá-las aos diretores, sendo também pessoa de confiança de Welton Donizeti Benedito e Rodolfo Corrêa Bandeira.


Cobrança de propinas


A denúncia apresentada pelo Ministério Público narra que os crimes já aconteciam desde o ano de 2016 dentro do presídio.


Consta na denúncia que, entre os anos de 2016 e 2018, Rodolfo Corrêa Bandeira e Edson Eleutério Rosário teriam solicitado vantagem indevida de um detento no valor de R$ 2,5 mil para que ele permanecesse na unidade de Varginha. A denúncia conta que a esposa do detento foi responsável por angariar parte do valor, R$ 800 e repassá-lo a Rodolfo. A solicitação da propina teria sido intermediada por Edson Rosário, que na época dos fatos, namorava com uma amiga da mulher, sendo esta a razão, inclusive, da aceitação de propina em valor inferior ao solicitado.

A denúncia do MP também narra que por volta de 2020, o advogado Fábio Gama e os diretores Welton Benedito e Rodolfo Bandeira solicitaram propina a um detento que corria risco de morte na Penitenciária Regional de Três Corações por desentendimentos internos com outros presos.



Os diretores teriam solicitado, diz a denúncia, durante uma visita jurídica do advogado Fábio Gama, o valor de R$ 8 mil para transferir o detento para o Presídio de Varginha. A quantia foi providenciada pela mãe do detento, que precisou fazer um empréstimo bancário. O dinheiro foi repassado pela esposa do preso para o advogado, que, conforme a denúncia, fez a propina chegar, após descontar a sua parte, às mãos de Rodolfo Bandeira. Após isso, a transferência do preso foi de fato realizada.


A denúncia também narra que após a chegada do detento no Presídio de Varginha, em agosto de 2020, o diretor Rodolfo Bandeira mais uma vez teria solicitado vantagem indevida em razão da função, no valor de R$ 7 mil, sob o argumento de que se tratava de uma complementação da propina anterior. O valor foi providenciado pelo próprio preso, após a soltura dele, ocorrida tempos depois e entregue a Fábio Gama, que seria responsável por fazer o dinheiro chegar aos diretores Rodolfo Bandeira e Welton Donizeti Benedito.




No último trimestre de 2020, por ocasião de nova prisão do mesmo detento, os envolvidos voltaram a pedir uma propina no valor de R$ 15 mil para que ele permanecesse no presídio. O pedido, narra a denúncia, teria sido reforçado por Fábio Gama durante uma visita jurídica. Entretanto, o detento não pagou e foi transferido depois para a Penitenciária de Três Corações.


Na denúncia, o Ministério Público também narra outros fatos com a conduta dos denunciados.


Destruição de provas


O Ministério Público também narra que entre fevereiro e março deste ano, os três diretores do presídio e o empresário Celso José Mira teriam tentando atrapalhar as investigações da autoridades.


Após tomarem ciência das apurações, eles teriam passado a destruir provas, apagando mensagens em seus celulares e das nuvens digitais, trocando os aparelhos telefônicos e seus chips, para impedir que as autoridades responsáveis pela investigação tivessem acesso ao conteúdo dos diálogos do grupo.


A denúncia narra ainda que os envolvidos mantiveram contato para o ajuste de versões e negativa dos fatos, impedindo a correta apuração das oitivas. No dia 10 de fevereiro, na sala da diretoria, os diretores Welton e Rodolfo, em diálogo, afirmaram que já teriam apagado todas as mensagens incriminadoras trocadas e que "dariam fim" nos seus celulares.




Já em outra conversa obtida, dentro de uma das viaturas do Depen-MG, no dia 15 de fevereiro, os servidores Rodrigo Bandeira e Edson Rosário teriam articulado contato com Rodrigo Rosa, que está foragido, para ajustarem a versão que seria apresentada perante o Ministério Público.


A denúncia também relata outros diálogos realizados entre os envolvidos em dias diferentes com o mesmo objetivo, de apagar mensagens e destruir provas relacionada aos casos de corrupção.


Onde os acusados estão presos


Um dos presos na operação, o empresário Celso José Mira, que é apontado na investigação como "cobrador" das propinas que posteriormente seriam entregues aos demais envolvidos, teve a transferência autorizada pela Justiça do Presídio de Varginha para outra unidade prisional. O pedido foi feito pela direção interina do Presídio de Varginha devido a questões de segurança e receio que ele pudesse sofrer retaliações dentro da unidade prisional. Ele foi transferido para a Penitenciária de Três Corações no dia 22 de março.


O advogado Fábio Gama estava preso temporariamente por cinco dias, mas na tarde de 17 de março, a Justiça rejeitou o pedido da defesa de prisão domiciliar e converteu a prisão dele de temporária para preventiva. Ele está preso em Uberlândia (MG).


Já os três servidores da unidade que foram presos na operação foram levados para o Presídio de Matozinhos (MG). Rodrigo Alexander de Oliveira Rosa foi preso no dia 18 de março e também foi levado para o Presídio de Matozinhos.


O que dizem as defesas dos envolvidos


O advogado Juliano Comunian, que representa os servidores Welton Benedito, Rodolfo Bandeira e Edson Rosário disse que impetrou habeas corpus perante o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) pedindo a liberdade ou que outras medidas cautelares diversas sejam aplicadas aos clientes.


O advogado diz que seus clientes negam a prática de quaisquer ilícitos, sendo que, após tomarem conhecimento de todo o processo, apresentarão suas defesas e provas de suas inocências.


Os advogados Alexandre Prado e João Paulo Figueiredo Martins, que representam o empresário Celso José Mira, disseram que seu cliente refuta todos os fatos da acusação afim de provar sua inocência ao final da instrução processual e informam que já ingressaram com o pedido de revogação da prisão preventiva.


O g1 entrou em contato com a defesa do advogado Fábio Gama. Mas até a publicação desta reportagem, não obteve retorno.


O que diz a Secretaria de Justiça e Segurança Pública



A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp-MG) confirmou a prisão dos servidores do presídio de Varginha.


O Departamento Penitenciário de Minas Gerais informou que acompanha as investigações e presta assistência ao Ministério Público.


A Sejusp, em nota, disse que não compactua com quaisquer desvios de conduta dos seus servidores e que apura os atos que não condizem com a prática funcional de seus agentes, guardando sempre o direito à ampla defesa e ao contraditório. 



Fonte: G1 Sul de Minas





 Polícia Rodoviária Federal prendeu o homem durante fiscalização de rotina no km 744 da BR-354.




Um homem foragido desde 2013 por suspeita de estuprar as próprias filhas foi preso durante abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF), neste sábado (9), em Pouso Alto (MG). De acordo com a PRF, o homem estava foragido desde 2013.


Conforme a polícia, ele é suspeito de estuprar as duas filhas, na época em que elas tinham 13 e 16 anos, em São João do Manhuaçu (MG).


Segundo a PRF, o homem estava no carro com mais dois ocupantes. Durante fiscalização de rotina na rodovia, o veículo em que eles estavam foi parado e a PRF verificou a presença do mandado de prisão em aberto.


O suspeito foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil de São Lourenço. O presídio para o qual ele foi enviado não foi informado até a última atualização desta reportagem.


Ainda de acordo com a Polícia Rodoviária Federal, os outros dois homens que ocupavam o veículo não possuem relações com crimes.

Fonte: G1 Sul de Minas

Professora é presa por ensinar receitas com maconha nas redes sociais

 



De acordo com a polícia, ela estava sendo investigada após anunciar a venda de LSD nas redes. Entre as receitas ensinadas, estava a manteiga de Cannabis.


Uma professora temporária da Secretaria de Educação do DF foi presa após ensinar receitas de culinária com maconha (Cannabis) pelas redes sociais. O flagrante aconteceu nesta quinta-feira (7/4) e a mulher, 33 anos, deve responder pelo crime de tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, a servidora era monitorada há cerca de um mês.

A 38ª Delegacia de Polícia (Taguatinga) cuida do caso. De acordo com a corporação, ela estava sendo investigada após anunciar a venda de LSD nas suas redes sociais. Dentre as receitas ensinadas pela professora, estava a manteiga de Cannabis. Os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa da autora, situada no Riacho Fundo.

Na busca, foram apreendidas porções de maconha, LSD, MDMA e uma balança de precisão. Ela foi encaminhada para a delegacia e autuada em flagrante delito pelo crime de tráfico de drogas. Após a prisão, foi recolhida à carceragem e, caso condenada, pode pegar de 5 a 15 anos de prisão. Em nota, a Secretaria de Educação informou que a profissional foi afastada do cargo.



Megaoperação de tráfico

Agentes da 24ª Delegacia de Polícia (Setor O) deram cumprimento a mandados de busca e prisão em Ceilândia, Samambaia e Sol Nascente (DF), na manhã desta sexta-feira (8/4). A operação, denominada Espada de São Miguel, tem como objetivo desarticular um esquema de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ao todo, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária, um mandado de prisão preventiva e 24 mandados de busca e apreensão domiciliar.
Fonte: Estado de Minas

Ameaça de massacre em colégio no Sul de Minas é investigada

 



Escolas de outras cidades do país também registraram ameaças.


A ameaça de um massacre em uma escola particular de Poços de Caldas está sendo apurada pela polícia.

A ameaça foi feita em um dos banheiros do colégio Cepoc. Com canetinha, em cima de um suporte de papel higiênico, foi escrito que um massacre será realizado na unidade ensino nesta sexta-feira (08/04). A diretoria acionou a Polícia Militar que esteve no local na manhã desta quinta-feira (7).

Em vídeo enviado aos pais dos alunos, o diretor pedagógico disse que com o auxílio de imagens das câmeras de segurança espalhadas pelo colégio já foi possível descobrir a sala do aluno que fez a ameaça e muito em breve o autor será descoberto. “A Polícia Militar esteve no colégio e nos acompanhou até a sala do autor para esclarecer com os alunos o fato. Além disso a PM realizará patrulhamento ostensivo nos arredores do colégio afim de evitar que algo aconteça”, disse Artênio de Oliveira.

Foi levantada a hipótese de que a ameaça tenha sido uma brincadeira de mau gosto. No comunicado da escola fica claro que a decisão de enviar os filhos a sala de aula é dos pais. A escola não será fechada e as aulas mantidas.

Assim como aconteceu no colégio de Poços de Caldas, escolas de outras cidades do país também registraram ameaças. No bairro Nova Floresta, região Nordeste de Belo Horizonte houve ameaça através de uma pichação de “Massacre 06/04”. Em Salvador, a Polícia Civil investiga ameaças recebidas. O mesmo aconteceu em Pederneiras-SP.
Fonte: Onda Poços

Pelo 4º dia seguido, Bombeiros retomam buscas por mulher que caiu de deque de clube em Varginha

 



As buscas serão feitas, principalmente, pela superfície do rio. Os bombeiros acreditam que a mulher deva ser encontrada ainda nesta terça-feira. Idosa desapareceu na manhã de sábado (2).



O Corpo de Bombeiros retomou na manhã desta terça-feira (5) o 4º dia de buscas por uma mulher de 67 anos que desapareceu na manhã de sábado (2) no Rio Verde, em Varginha (MG). Segundo testemunhas, ela teria caído de um deque que fica dentro do Clube Campestre.


De acordo com os bombeiros, a busca está concentrada do Clube Campestre à uma pequena central elétrica. Quatro militares realizam os trabalhos de buscas nesta terça-feira com equipamentos de mergulho, mas as buscas serão feitas, principalmente, pela superfície do rio. Os bombeiros acreditam que a mulher deva ser encontrada ainda nesta terça-feira.


Segundo os bombeiros, pescadores relataram aos funcionários do clube que viram uma pessoa que estava no local caindo dentro do rio e sendo arrastada pela correnteza, desaparecendo a aproximadamente 100 metros rio abaixo.

 A mulher que desapareceu tem 67 anos. Parentes dela acompanham os trabalhos dos bombeiros. Os militares fazem buscas de superfície com a equipe percorrendo as margens e galhadas no trajeto do clube até a represa. Uma embarcação também dá apoio vasculhando o trecho do rio.

Fonte: G1 Sul de Minas