Droga apreendida em presídio de Santa Rita do Sapucaí



Nesta segunda-feira (30), às 14h:50 min.compareceu no quartel da Polícia Militar, um agente penitenciário, o qual relatou que na data de 30 de março por volta das 10:00 h, durante o banho de sol dos detentos no pátio do presídio local, detentos arremessavam a bola contra a tela de proteção, com o intuito de derrubar um objeto preso na mesma.

O agente recolheu o material, sendo uma bexiga contendo em seu interior 36 buchas de maconha e 01 porção prensada da mesma droga.

O material foi apreendido e encaminhado a Delegacia de Polícia Civil, onde foi registrado e encerrado o fato.

Informações PMMG

CONCURSO PÚBLICO E PROCESSO SELETIVO PARA PSF DA PREFEITURA DE CRUZÍLIA



INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ O DIA 08/04/2015
Inscrições no site da empresa responsável pelo certame:http://www.tendenciaconcursos.com.br/ (a qualquer hora)
Ou na Prefeitura Municipal: Das 8h às 11h e das 12:30 às 16:30 horas

CAMINHÃO BAÚ TOMBA NA BR-354 PRÓXIMO A POUSO ALTO

Um Caminhão baú tombou no final da tarde desta segunda feira (30/03) na BR-354 próximo ao município de Pouso Alto-MG deixando parte da rodovia obstruída.

Caminhão baú ficou "esparramado" na pista / Foto: PRF
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) chovia no momento do acidente o que pode ter feito com que o motorista perdesse o controle do veículo após sair de uma curva na altura do KM-742. No Caminhão tombado pertence a um comércio de frutas. Ninguém ficou ferido. A PRF sinalizou e controlou o trânsito no local até a chegada do serviço de reboque.


Fonte: Popular.net

ACIDENTE ENTRE PASSA QUATRO E ITANHANDU TIRA VIDA DE PROFESSORA UNIVERSITÁRIA

Acidente aconteceu no final da tarde desta segunda-feira (30).
Professora universitária de 29 anos seguia para faculdade em São Lourenço.




Uma professora universitária morreu no final da tarde desta segunda-feira (30) depois de se envolver em um acidente na MG-158, entre Passa Quatro (MG) e Itanhandu (MG). Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, Renata Cristina da Silva Nunes, de 29 anos, seguia para uma faculdade em São Lourenço (MG) onde ministrava aulas no curso de direito.

Ainda conforme a polícia, ao tentar fazer uma curva, ela perdeu o controle do veículo e bateu em um caminhão que seguia no sentido contrário. Renata chegou a ser socorrida com vida para o Pronto-socorro de Itanhandu, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

O corpo da professora será sepultado no município de Piquete (SP). A faculdade de São Lourenço informou que foi decretado luto e que nesta terça-feira não haverá aulas na instituição.

Fonte: G1/suldeminas

Empregador terá que pedir seguro-desemprego para demitido

Segundo o ministério, o sistema dará maior rapidez à entrega do pedido, além de garantir a autenticidade dos dados

Empregador terá que pedir seguro-desemprego para demitido - Foto/Google

Para tornar mais rápido o atendimento ao pedido e dar maior segurança às informações sobre os trabalhadores, o Ministério do Trabalho e Emprego determinou que as empresas passam a preencher o requerimento do seguro-desemprego de seus empregados pela internet.
A medida começa a valer na próxima quarta-feira, 1º de abril, de acordo com resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador.
Os empregadores só poderão preencher o requerimento do seguro-desemprego e a comunicação de dispensa de trabalhadores por meio do aplicativo Empregado Web, disponível no Portal Mais Emprego, do ministério. A entrega dos formulários impressos, utilizado hoje, será aceita até 31 de março.
Segundo o ministério, o sistema dará maior rapidez à entrega do pedido, além de garantir a autenticidade dos dados, e possibilitará o cruzamento de informações sobre os trabalhadores em diversos órgãos, facilitando consultas necessárias para a liberação do seguro-desemprego.

Fonte: Exame

Dois Auto Postos são assaltados nas Fernão Dias, próximo a São Gonçalo do Sapucaí, MG

Assaltos ocorreram na mesma tarde


Nesta segunda-feira (30), por volta das 17h:40 min. a Polícia Militar foi acionada a comparecer em um estabelecimento comercial localizado às margens da Rodovia Fernão Dias, onde segundo solicitantes estaria ocorrendo um assalto.
Dois Auto Postos são assaltados nas Fernão Dias, próximo a São Gonçalo do Sapucaí, MG - Fotos: Alô Alô Cidade

Segundo informações da Polícia Militar, as vítimas relataram que dois cidadãos infratores armados de revólveres, chegaram ao Auto Posto e após abordarem o frentista, deslocaram até o caixa das bombas de combustível e roubaram R$1.500,00.
Em ato continuo os autores deslocaram para o restaurante do local e anunciaram o assalto, roubando a quantia de R$ 3.000,00 do caixa e 01 aparelho celular de uma das vítimas.

Conforme informações da PM, os autores após o roubo no posto seguiram para o outro Auto Posto em frente, da mesma rede, e praticaram o assalto, roubando do caixa das bombas de combustível R$ 2.090,00 e do caixa do restaurante R$ 3.600,00.


Após os roubos os autores saíram do pátio do estabelecimento a pé em direção a rodovia em direção a Rodovia Fernão Dias, onde tomaram de assalto o veículo Fiat Uno de cor branca, placas de Arujá, SP, deixando a vitima na rodovia e deslocando sentido a cidade de Campanha, MG, entrando em uma estrada vicinal, onde o veículo foi abandonado.


A Polícia Militar realizou intenso rastreamento, bem como buscas na mata, porém os autores não foram localizados, sendo o veículo recuperado, o fato registrado na DEPOL.

Informações: Polícia Militar

Fonte: Alo Alo Cidade

CCJ da Câmara aprova proposta que reduz maioridade penal

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou nesta terça-feira (31) a admissibilidade da proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos. Trata-se do primeiro passo para o andamento da proposta na Casa, no qual os deputados avaliam que o texto está de acordo com a própria Constituição.
O placar da votação na CCJ foi de 42 deputados favoráveis à PEC e 17 contrários.
O texto permite que jovens com idade acima de 16 anos que cometerem crimes possam ser condenados a cumprir pena numa prisão comum. Hoje, qualquer menor de 18 anos que comete algum crime é submetido, no máximo, a internação em estabelecimento educacional.
A sessão da CCJ teve também a participação de manifestantes favoráveis à PEC (Foto: Renan Ramalho/G1)

Para avançar, a proposta agora precisa passar pela análise de uma comissão especial de deputados, que analisam o mérito (conteúdo) da PEC. Essa fase deve durar 40 sessões, o que leva aproximadamente dois meses.

No fim da tarde desta terça, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou em plenário a criação do colegiado. A instalação da comissão, com a designação de membros e escolha de presidente e relator, deverá ocorrer no próximo dia 8. Após a aprovação da admissibilidade, parlamentares do PT, contrário à proposta, disseram que vão preparar uma ação a ser apresentada ao Supremo Tribunal Federal para impedir o andamento da proposta no Congresso.
A liderança do governo se manifestou contra a PEC, mas boas partes dos deputados de partidos formalmente aliados ao Planalto votaram a favor. Os líderes do PRB, PSD e PR, por exemplo, orientaram os deputados a votarem a favor da PEC. Na oposição, pediram votos pela admissibilidade da proposta líderes do PSDB, DEM e SD. PMDB, PDT e PROS liberaram a bancada. Votaram contra PT, PC do B, PSOL, PPS e PSB.
Se aprovada na comissão, a proposta vai ao plenário, onde são exigidos 308 votos, do total de 513 deputados, para aprovação, em duas votações. Depois, a proposta precisa passar pela CCJ do Senado e mais duas votações no plenário, onde são exigidos 49 votos entre os 81 senadores.
A PEC foi apresentada em agosto de 1993 e ficou mais de 21 anos parada. Neste ano, a CCJ da Câmara retomou as discussões, encerradas nesta terça após várias tentativas de adiamento por parlamentares contrários, em minoria na comissão.
Nesta terça, deputados do PT, PC do B e PSOL, os maiores críticos, tentaram mais uma vez impedir a votação, por meio de manobras para alterar a ordem dos trabalhos da CCJ. Como estavam em minoria, no entanto, foram derrotados nas votações desses pedidos.
Na sessão também estavam presentes manifestantes contrários e a favor da PEC. Eles carregavam faixas e cartazes e gritavam palavras de ordem. Não houve tumulto.


Ação ao Supremo
Com base em decisões anteriores da Corte, eles citam trecho da Constituição que impede que seja “objeto de deliberação” proposta tendente a abolir direitos e garantias individuais. “Ainda temos tempo de fazer um mandado de segurança e o faremos. E temos apoio de importantes juristas, como Dalmo de Abreu Dallari, Alexandre de Moraes e José Afonso da Silva”, disse Alessandro Molon.


Discussão
Falando pelo governo, o deputado e ex-ministro do Esporte Orlando Silva (PC do B-RJ) tentou convencer os colegas a votar contra a redução da maioridade.
“70% dos países do mundo têm a maioridade penal a partir dos 18 anos. Uma modificação causará estranheza por parte dos países mais avançados, das democracias mais maduras, que aprenderam a respeitar os direitos humanos. O sistema penitenciário brasileiro é uma escola do crime. 70% dos que passam pelo sistema prisional voltam a cometer crimes. Quando falamos do sistema infracional, a reincidência é de 20%”, argumentou o ex-ministro.
Na tentativa de rejeitar a admissibilidade, o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) também argumentou que levar um jovem para o sistema penitenciário poderá torná-lo mais violento. “Vamos seguir o exemplo do mundo, onde o conjunto de políticas sociais para infância, adolescência e juventude, tem sim reduzido o conflito com a lei desses jovens”, disse.
Na mesma linha, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) disse que é importante aperfeiçoar outras políticas de recuperação de jovens infratores. “Os problemas brasileiros têm que ser resolvidos num outro plano. Queremos discutir o Estatuto da Criança e do Adolescente, estamos inclusive reunindo assinaturas para adequações. Essa temática, ainda que possa prosperar na CCJ, não prosperará no plenário dessa Casa nem no Senado”, disse o petista.
O relator da proposta, Tadeu Alencar (PSB-PE), também contrário, argumentou que a idade de 18 anos prevista pela Constituição para a maioridade penal é uma cláusula pétrea, isto é, uma regra que não pode ser mudada pelo Congresso.
“Trata-se de uma garantia individual, que assegura ao adolescente ser considerado inimputável. Tal garantia decorre do princípio da dignidade humana e cuida de proteção da infância e da adolescência, um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito”, afirmou Alencar.
Favorável à proposta, o deputado Evandro Gussi (PV-SP) argumentou que a maioridade penal deve ter uma “modulação” para se adequar ao direito da vítima de ver punido seu agressor. “A vítima tem, sim, o direito de ver o seu algoz punido. Há sim um direito fundamental à persecução penal por parte da vítima. O que é permitido pela Constituição é que haja modulação entre esses dois direitos individuais”, afirmou o deputado.
Também favorável à PEC, o deputado Marcos Rogério (PDT-RO) afirmou que a proposta busca reduzir a impunidade contra atos de violência. “Essa admissibilidade não vai prejudicar quem faz as coisas certas. Não estamos colocando jovens na cadeia. Vamos fazer com que aqueles que cometem crimes não tenham certeza da impunidade, só isso”.
Outro deputado favorável, Evandro Cherini (PDT-RS) disse que a mudança pode diminuir a certeza da impunidade. “É uma tentativa de que essa mudança possa, quem sabe, diminuir, através do medo do crime, a certeza da impunidade, que a sociedade toda tem. A sociedade comete crime porque tem certeza que vai ser impune. Quem é que tem a bolinha de cristal para dizer que vai ficar pior. Eu estou no time do Tiririca: ‘Pior que tá não fica’. É só cumprir a lei, fazer as coisas certas. Eu não quero colocar nenhum jovem na cadeia, acho que é horrível.”

Também a favor da redução, Felipe Maia (DEM-RN) disse que essa posição é “majoritária nas ruas”. Ele disse que a medida não exclui a necessidade de prover ensino em tempo integral, para prevenir a criminalidade entre jovens, e a reforma do sistema prisional, para efetivamente recuperar criminosos. “Isso que o Brasil e esta comissão desejam há 22 anos”, afirmou.


Fonte: G1


Balanço da Campanha de vacinação contra o HPV em Caxambu

Imunização alcançou apenas 59,41% do esperado

A campanha de Vacinação contra o HPV realizada neste mês de março, nas meninas de 09 a 11 anos, não alcançou o objetivo esperado, devido ao considerável numero de recusas por parte dos responsáveis, foram vacinadas apenas 59,41% das meninas nesta faixa etária.

No ano de 2014, a cobertura foi superior a 90%, quando foram vacinadas as meninas de 11 a 13 anos, sendo a primeira dose aplicada nas escolas publicas e municipais de Caxambu. O aumento no numero de recusas a vacina se deve por conta das noticias divulgadas pela mídia nacional com relação as reações adversas que algumas meninas apresentaram na ocasião e em outros municípios.

Em 2014, quando da aplicação desta vacina foram notificados eventos adversos tais como dor de cabeça, tonturas, desmaios, falta de ar, fraquezas nas pernas sem que nenhuma alteração clínica ou laboratorial fosse identificada. Esses eventos foram notificados em algumas escolas, em outros estados ou municípios e estão relacionados à reação de ansiedade pós-vacinação.

A síncope mais frequente em adolescentes e adultos jovens é a Síncope Vasovagal, particularmente comum em pessoas com alguma labilidade emocional. Geralmente, há algum estímulo desencadeante como dor intensa, expectativa de dor ou um choque emocional súbito. Vários fatores, tais como jejum prolongado, medo da injeção, locais quentes e superlotados, permanência de pé por longo tempo e fadiga, podem aumentar a probabilidade de sua ocorrência. Este quadro clínico não é atribuído à vacina HPV, já que pode ser observado na administração de outras vacinas ou de outros medicamentos injetáveis.
Tanto em 2014, como em 2015 o evento mais comum identificado entre as meninas que receberam a vacina em Caxambu, foi a dor no local da aplicação, fato este que é comum nesta e em várias outras vacinas e a recomendação neste caso é para que se faça aplicação de gelo ou água gelada no local enquanto for necessário, e a melhora do quadro se dá dentro de 24 a 48 horas.

Outro motivo que pode ter levado ao aumento de recusa pela vacina é a preocupação das famílias em vacinar essa faixa etária e haver uma possível mudança no comportamento sexual dessas adolescentes que influenciadas pela vacina, poderiam se sentir estimuladas a iniciar mais precocemente sua vida sexual, contudo, estudos mostram que a melhor ocasião para a vacinação contra o HPV é efetivamente na faixa etária de 9 a 13 anos, antes do inicio da atividade sexual e enquanto os pais ainda mantém o hábito de levar os filhos para tomar outras vacinas administradas nesta idade. Além disso, é nessa época da vida, que a vacinação proporciona níveis de anticorpos muito mais altos que a imunidade natural produzida pela infecção do HPV, e também é mais elevada que em faixas etárias maiores.
A principal forma de transmissão do HPV é por via sexual, que inclui contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital. Mas também pode ser transmitida, durante o parto ou, através de instrumentos ginecológicos não esterilizados. A forma mais eficiente de se prevenir é tomando a vacina e usando preservativos durante a relação sexual.

A vacina está disponível na Policlínica, de 2ª a 6ª-feira, das 08:00h às 16:00h, para as meninas de 09 a 13 anos, 11 meses e 29 dias que ainda não foram vacinadas, sendo necessárias 3 doses com intervalos agendados pela unidade de saúde e é importante levar o Cartão de Vacinas.


Enfª Maria Fátima
Secretaria de Saúde de Caxambu/ Setor de imunização

ACIJU oferece curso de Design Sustentável e Moda



Com o objetivo de oferecer diretrizes para criações de moda íntima sob a ótica da responsabilidade ambiental, a Associação Comercial e Industrial de Juruaia (ACIJU) oferece aos empresários o curso Design Sustentável e Moda, que teve início ontem (30) e vai até dia 1º de abril, com carga horária de 20h. O curso será ministrado por Cíntia Dayrell, analista de tecnologia do Senai (Modatec), do sistema Fiemg.

“Com o curso, pretendemos mostrar aos empresários de Juruaia que é possível fazer moda íntima de forma sustentável. Queremos que eles compreendam que é plausível desenvolver uma coleção de lingerie de forma a integrar a criatividade, o ciclo de vida e o descarte do produto”, diz Tânia Mara Resende, presidente da ACIJU.

Entre os temas que serão abordados durante os três dias de curso estão os impactos da crise ambiental; os processos tecnologias e materiais de baixo impacto; os níveis de interferência para a sustentabilidade, as rodas de estratégia ecodesign e outros.

Eliana Sonja

Campanha do Agasalho SAMU 2015




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