
Somente neste ano, Minas registrou 44.230 casos prováveis de dengue (entre casos confirmados e suspeitos), o equivalente a 631 casos por dia considerando o período de 1° de janeiro a 11 de março. Os dados representam um aumento de 509% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 7.261 casos.
Nos primeiros 70 dias de 2019, duas pessoas já morreram vítimas da doença em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Outras 18 mortes são investigadas.
Os casos de Zika também subiram este ano em comparação com o ano passado. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) já registrou 187 casos prováveis da doença em 2019. No mesmo período de 2018, foram 86 registros. Já sobre a febre Chikungunya, outra doença transmitida pelo mosquito Aedes, houve uma queda brusca de 1.590 casos prováveis contabilizados até 12 de março do ano passado para 640 casos este ano.
A SES informou que as ações de controle das doenças são permanentes e ocorrem durante todo ano, mas que no início do ano é esperado um aumento no número de casos devido aos meses quentes e chuvosos de janeiro, fevereiro e março, clima propício para a proliferação do mosquito.
No Sul de Minas são 3.612 casos prováveis, sendo a maioria deles concentrados em três cidades: Passos, com 1.390 casos prováveis, São Sebastião do Paraíso, com 1.388 casos prováveis, em seguida vem Três Pontas com 120 casos prováveis.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, no Sul de Minas Gerais foram registrados 20 casos de zika vírus, sendo 17 em Passos, e Pouso Alegre, Três Pontas e São Sebastião do Paraíso, um caso provável cada. Em todo o estado de Minas existem 187 casos prováveis de zika vírus.
Em Minas Gerais foram registrados 640 casos de febre chikungunya , sendo 27 no Sul de Minas e mais uma vez Passos lidera com 6 casos prováveis, seguida de Itaú de Minas, com 5 casos, Pouso Alegre com 3 casos, Botelhos, Cabo Verde, Poços de Caldas e São Sebastião do Paraíso com 2 casos cada. Aguanil, Candeias, Itamogi, São Pedro da União e Tocos de Minas, um caso cada.
Com informações da Secretaria de Estado de Saúde (SES)