Documento foi protocolado na quarta-feira (12) por sindicato dos servidores.
Órgão vê irregularidade na falta de entrega de cestas básicas.
A Câmara Municipal de Passos (MG) deve analisar na próxima semana um pedido de impeachment contra o prefeito Ataíde Vilela (PSDB). O pedido foi protocolado na quarta-feira (12) pelo Sindicato dos Empregados Municipais, que vê irregularidade na falta de entrega de cestas básicas regulamentadas por uma lei municipal.
"Demorou muito para que nós servidores tomássemos essas atitude de pedir o impeachment de Ataíde Vilela", diz Nelza Santos Costa, presidente do sindicato. "Nós vamos até às últimas instâncias, se necessário for."
Segundo o sindicato, um acordo para a entrega de cestas foi firmado com a prefeitura para por fim à greve do funcionalismo em 2014. Uma licitação teria sido feita, mas o contrato com a empresa fornecedora não foi assinado. Quase 3 mil funcionários seriam beneficiados pelo acordo.
O presidente da Câmara, João Batista Resende (PP), explicou que o pedido de impeachment precisa ser avaliado antes de passar por votação. Caso seja aceito, o documento vai permitir a formação de uma comissão processante.
"É feito um sorteio [para escolhas dos membros da comissão], mas só a partir de segunda-feira (18) quem vamos poder analisar e saber se o pedido vai ser aceito ou rejeitado, disse Resende.
Por telefone, o prefeito Ataíde Vilela disse que não vai se pronunciar até ser citado pelos vereadores.
Fonte: G1
"Demorou muito para que nós servidores tomássemos essas atitude de pedir o impeachment de Ataíde Vilela", diz Nelza Santos Costa, presidente do sindicato. "Nós vamos até às últimas instâncias, se necessário for."
Segundo o sindicato, um acordo para a entrega de cestas foi firmado com a prefeitura para por fim à greve do funcionalismo em 2014. Uma licitação teria sido feita, mas o contrato com a empresa fornecedora não foi assinado. Quase 3 mil funcionários seriam beneficiados pelo acordo.
O presidente da Câmara, João Batista Resende (PP), explicou que o pedido de impeachment precisa ser avaliado antes de passar por votação. Caso seja aceito, o documento vai permitir a formação de uma comissão processante.
"É feito um sorteio [para escolhas dos membros da comissão], mas só a partir de segunda-feira (18) quem vamos poder analisar e saber se o pedido vai ser aceito ou rejeitado, disse Resende.
Por telefone, o prefeito Ataíde Vilela disse que não vai se pronunciar até ser citado pelos vereadores.
Fonte: G1
