Jorge Ruiz, diretor de Operações da Invicta, diz acreditar que num prazo de seis meses os presos já consigam atingir esta marca de produção. "Nesta fase de treinamento e aprendizado acredito que a produção será 30% menor, mas depois de um tempo esperamos atingir a produção de 100 mil peças em um mês", estima Ruiz.
Para Anderson Colombo, gerente de Operações da marca, este é um momento importante para a empresa, que está em processo de expansão das suas unidades de fabricação e pretende se tornar uma multinacional.
"Acreditamos no trabalho de responsabilidade social. Esta é uma das preocupações da Invicta. Esta parceria beneficia não só a empresa, mas principalmente os presos, que terão uma oportunidade de trabalho remunerado", diz Colombo.
Os representantes da empresa acreditam que a parceria tem tudo para dar certo e pretendem futuramente trazer mais peças para serem montadas no Presídio de Pouso Alegre.
Por Flávia Lima
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